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	<description>Estratégias para o desenvolvimento humano</description>
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		<title>Busca Jovem no Quixote</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 22:55:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No último dia 28 de junho, a Olhar Cidadão promoveu mais uma oficina com organizações sociais que formam jovens para o mercado de trabalho, em São Paulo.  A oficina faz parte do projeto Busca Jovem, iniciativa apoiada pelo Gife, por meio da Fundação Itaú Social, do Instituto Hedging Griffo e do Instituto Unibanco. Participaram do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.olharcidadao.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/06/PIXOTE-009.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-269" title="PIXOTE 009" src="http://www.olharcidadao.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/06/PIXOTE-009-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>No último dia 28 de junho, a Olhar Cidadão promoveu mais uma oficina com organizações sociais que formam jovens para o mercado de trabalho, em São Paulo.  A oficina faz parte do projeto Busca Jovem, iniciativa apoiada pelo Gife, por meio da Fundação Itaú Social, do Instituto Hedging Griffo  e do Instituto Unibanco.</p>
<p>Participaram do encontro mais de 15 organizações, dentre as quais o Instituto Profissonalizante Paulista (IPP), cuja gestora Nádia Abdalla afirmou “ é muito importante termos esse tipo de oportunidade, pois podemos trocar experiências que agregam muito a nossa prática com os jovens ”. Outra organização presente foi o Instituto Crescer, que  também considera a iniciativa uma forma de somar aprendizados entre pessoas que têm um objetivo em comum: formar jovens para o mundo do trabalho.</p>
<p>Os encontros do Busca Jovem têm como objetivo atualizar gestores e educadores que trabalham com foco na inserção produtiva de jovens no mercado de trabalho. Nesta edição,  o evento contou com a participação da Microsoft, representada por Cristian Fialho, e teve a orientação da gestora, Juliana Almeida Dutra, da consultoria de Recursos Humanos Deep.</p>
<p>Com o tema, “Educar para lidar com adversidades”, o encontro pretendeu trazer à tona uma reflexão sobre resiliência, considerando que, cada vez mais, o mercado de trabalho valoriza profissionais com essa capacidade.</p>
<p>Students to Business</p>
<p>Para aquecer os motores da discussão, o especialista em TI, Cristian Fialho, apresentou o programa Students to Business (S2B), uma iniciativa da Microsoft que tem como objetivo capacitar jovens gratuitamente para a área de TI. O resultado tem sido bem-sucedido na inserção dos concluintes no mercado de trabalho, que, segundo Cristian, está cada vez mais carente de profissionais qualificados.</p>
<p>Ele comenta que o conhecimento  do idioma inglês é um diferencial para o profissional em formação e reforçou que não é um requisito para o curso. “Porém, para a entrada em vagas que dão preferência”, diz ele, “ esse conhecimento é vantajoso, pois há empresas que testam o domínio de uma segunda língua no momento da seleção”.</p>
<p>Abrindo oportunidades</p>
<p>De acordo com Cristian, há 100.000 vagas na área, mas falta profissional qualificado. As empresas disputam funcionários qualificados oferecendo maiores salários. Nesse cenário, o  programa já beneficiou mais de noventa mil jovens brasileiros e encontra-se em fase de expansão.</p>
<p>A ideia de trazer Cristian para o encontro foi de fomentar novas parcerias para sua execução, pois até então o programa nunca atuou em parceria com ONGs. Diversas organizações manifestaram interesse em aderir à proposta, cuja viabilização depende apenas de um laboratório de informática e de um professor da área. Uma das condições é que o programa não seja aplicado em regiões onde o S2B já seja atuante, nesse caso as organizações devem encaminhar os jovens diretamente para os parceiros que já executam a capacitação. (Saiba mais sobre o S2B).</p>
<p>Após a apresentação da IBM foi a vez do diálogo com Juliana Dutra. A partir da exibição de uma reportagem do Jornal Nacional relacionada ao tema do evento, ela trouxe uma discussão sobre as barreiras a serem superadas para criar a aptidão de lidar com situações adversas e conflitos. Esse foi o ponto de partida para uma reflexão sobre as formas como um educador pode contribuir no processo de formação do jovem, de modo a estimulá-lo a ser um adulto resiliente tanto em termos pessoais como profissionais.</p>
<p>Educar para a resiliência</p>
<p>Segundo Juliana, os jovens têm dificuldade de tomar uma decisão pensando no futuro, há um nível de ansiedade altíssimo. “Eles querem ser promovidos todo mês”, reforça ela, dizendo que “o mercado está cheio de jovens que não têm resiliência porque não sabem lidar com as adversidades de suas vidas”.</p>
<p>Em sua fala, Juliana enfatizou a importância de uma formação de jovens que valorize a tolerância e a consciência de suas responsabilidades. “É preciso formar jovens atentos às necessidades do outro e, principalmente, com a noção de que toda realização depende de muita dedicação  e superação de obstáculos.”</p>
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		<title>Fronteiras do Pensamento</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jun 2011 19:59:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde maio, um grupo de cientistas e pensadores está participando da série Fronteiras do Pensamento. Em junho, foi a vez do cientista brasileiro Miguel Nicolelis,  cujo trabalho com próteses neurais integra a lista das dez tecnologias que vão mudar o mundo. Nicolelis é neurocientista e  trabalha na Duke University, sendo o criador do Instituto Internacional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde maio, um grupo de cientistas e pensadores está participando da série Fronteiras do Pensamento. Em junho, foi a vez do cientista brasileiro Miguel Nicolelis,  cujo trabalho com próteses neurais integra a lista das dez tecnologias que vão mudar o mundo. Nicolelis é neurocientista e  trabalha na Duke University, sendo o criador do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra(IINN-ELS), em Natal (RN).<br />
Recentemente, ele passou a presidir a Comissão do Futuro da Ciência no Brasil, que, a convite do Ministério da Ciência e Tecnologia, vai fazer um diagnóstico do estado atual da ciência brasileira, recomendar soluções para seus problemas e propor um plano estratégico para a próxima década.</p>
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		<title>Aliança pela Infância</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 18:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>

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		<description><![CDATA[A Olhar Cidadão apoia o trabalho de disseminação do brincar na infância, e mantém um blog sobre o tema, que foi criado a partir do projeto Decolar.

O projeto desenvolvido em Carapicuíba, SP, formou jovens de escolas públicas estaduais para serem agentes do brincar, com o apoio do Helipark e parceria da Associação Brasileira de Brinquedotecas.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;ik=4bb979e0e8&amp;view=att&amp;th=1300e51fc732313d&amp;attid=0.1&amp;disp=emb&amp;zw" border="0" alt="" hspace="0" width="329" height="273" align="middle" /></p>
<p>A Olhar Cidadão apoia o trabalho de disseminação do brincar na infância, e mantém um blog sobre o tema, que foi criado a partir do projeto Decolar (<a href="www.projetodecolar.com.br">www.projetodecolar.com.br</a>). O projeto desenvolvido em Carapicuíba, SP, formou jovens de escolas públicas estaduais para serem agentes do brincar, com o apoio do Helipark e parceria da Associação Brasileira de Brinquedotecas.</p>
<p>Assim, comemora os 10 anos de atuação no Brasil da Aliança pela Infância &#8211; rede social fundada em 1997, na Inglaterra, pelo educador Christopher Clouder, com mais de 15 mil crianças atendidas.  Para marcar o início das comemorações, o movimento realizou, de 21 a 29 de maio, a Semana Mundial do Brincar.</p>
<p>As comemorações da primeira década de trabalhos realizados no Brasil tiveram o objetivo de ressaltar a importância da brincadeira livre no desenvolvimento da criança. Assim, a Semana Mundial do Brincar teve programação simultânea em mais de 50 locais no município de São Paulo, além das programações nos núcleos que inclui brincadeiras abertas para a comunidade e escolas, palestras e ciclos de debates com o tema do brincar.</p>
<p>Para colaborar com a disseminação da importância do brincar no desenvolvimento das crianças a Aliança pela Infância lançou sua plataforma digital ancorada pelo blog <a href="http://www.aliancapelainfancia/" target="_blank">www.aliancapelainfancia</a>.<a href="http://org.br/" target="_blank">org.br</a> , que, ao lado do twitter e facebook, trará novidades, informações e conteúdos voltados ao tema.</p>
<p>No Brasil, a Aliança foi fundada por duas profissionais, referências no trabalho dirigido à criança e à educação: Ute Craemer, pedagoga, também fundadora da Associação Comunitária Monte Azul, conhecida pela disseminação da pedagogia Waldorf  entre as comunidades de baixa renda; e Adriana Friedman, pedagoga, especializada no brincar, coordenadora  do NEPSID &#8211; Núcleo de Estudos e Pesquisas em Simbolismo, Infância e Desenvolvimento e autora de vários livros sobre a infância.</p>
<p>Hoje a Aliança pela Infância possui 11 núcleos: São Paulo/SP, Botucatu/SP, Holambra/SP, Campinas/SP, Florianópolis/SC, Salvador/BA, Serra Grande/BA, Campo Grande/MS, Cachoeira do Carmo/MG, Nova Friburgo/RJ, Aracajú /SE.</p>
<p>Com o compromisso de fortalecer os interesses em defesa da criança e promover ações efetivas na construção de uma infância digna, a Aliança no Brasil elaborou estratégias focadas em conscientizar pais e profissionais, por meio dos seus sete pilares: comunicação, publicações, formação, pesquisa, mobilização, políticas publicas e consultoria e assessoria. Os temas  de atuação da rede são: artes, educação, saúde e nutrição, cultura de paz, brincar, espaços públicos, consumo, mídia e tecnologia, cidadania e meio ambiente.</p>
<p>O fundador da rede Christopher Clouder hoje ocupa uma cadeira no Conselho pela Infância na Comunidade Européia e tem atuação  permanente na disseminação dos temas relacionados à infância e, mais recentemente, na abordagem das questões do impacto da exposição das crianças à programação televisiva. Esses princípios de cultura de paz e de mobilização social pelo interesse e em defesa das crianças norteiam as atividades da rede social presente em 20 países.</p>
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